segunda-feira, 24 de agosto de 2009

vida e mais um pouco

Sempre a vida cospe na sua cara, seja de manhã, tarde ou de noite, pessoas mais normais ficam triste, mais passa, pessoas chorosas choram( estava esperando uma conclusão melhor?) e outras cospem de volta, afinal não ficamos por baixo.
O tempo vem passando, eu espero um telefonema, mas na verdade não espero, porque sei o que vem e não deve ser nenhum milagre, pois eles só acontecem quando o "Rei" escreve ele no mundo real, aquele que o tempo sempre corre pra frente.
Então vem o sono, maligno como o maior mostro do submundo, seguido de solidão Binária, composto por uma tela de LCD quase tão alucinogéna quando um pouco de LSD pode ser, e ai meu amigo, tudo acaba.
Acaba com você socando o ar, pois a princesa não está nesse castelo, acaba com o terra se tornando a sua noiva, pois ela sim te sustenta, acaba como uma pedra e tudo ali faz sentindo.
Os contactos vão diminuindo, os contadores existentes dizem ausente, indisponível, mas que diferença faz, tudo que você precisa é seu dogma, seu centro de controle, o ponto ao que sua consciência reina.
Intacta.
Suprema.
Correta.
Companheira.
aliviadora.

Você acorda, e como de costume, cospe na cara da vida.

O sol sobe, e o Homem de preto treina e estuda pra assim conseguir subir ao mais alto andar, e matar o rei que destruirá tudo.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

segundo dia escrevendo.

Segundo dia colocando coisas aqui, dias deprimidos acontecem como acontecem dias alegres...

essa musica foi escrita em português mesmo, mas no intuito e estar em inglês, como não queria coloca-la em português, decidi passar rapidamente pro inglês pelo tradutor do google, logo ficou meio estranha mas como não tem grandes propositos coloquei mesmo assim...
assim que tiver mais que alguns acordes na cabeça vou voltar a ela...

just another dog in the rain

I have everything for someone
wanted everything to be in another
kill so
and was capable of this

I tried to deny and lie
perhaps only a wet dog in more rain
it lie for you and for all
crawling side by side with the worms
crawling side by side with the worms

the more lightning happen
more water entered the nostrils
less life on the lungs
slow the heart beat
freedom ripping the fabric of the meat

I tried to deny and lie
perhaps only a wet dog in more rain
it lie for you and for all
walking alongside the worms
walking alongside the worms

crawls as rain falls
crying while wind
while dawn gloom
while hill lie
dusk when sleep

I tried to deny and lie
perhaps only a wet dog in more rain
it lie for you and for all
crawling side by side with the worms
crawling side by side with the worms



quarta-feira, 15 de julho de 2009

A Volta.


A Volta.

Bem, já faz um tempo bem considerável desde o ultimo post, e por incrível que pareça, eu não desisti desse blog ainda.

Vou aproveitar as ferias da faculdade pra escrever mais coisas interresantes e descontraias pra meus vários e vários leitores.

Pra começar, esta pra chegar aos pc's o fantástico!O supremo!O magnifico! Street Fighter 4! então preparem seus controles, aqueçam seus teclados, pois como o Riu diz:
"-
Hadookenn!"

Disponível por 35 Doletas no Steam, pré-compra, que deve dar algo com 70 reais!

Na sessão você está perdendo se não está jogando, GTA4...
Esqueça toda a
bobeira do novo Engine fisico, esqueça o tamanho da cidade, esqueça os milhões de veículos, esse gta volta com o que realmente é bom na serie, a história.
Acompanhando Nico
Bellic, um europeu ex-soldado muito bom de porrada e tiro, você vai novamente mergulhar no submundo do crime em uma cidade que combina exactamente com o tema.
Estaremos por entre mafiosos russos, mafiosos italianos,
narco-traficantes afro-americanos,FBI, CIA e inúmeras agências governamentais, tudo na busca por dinheiro e por 2 safados que Nico propositalmente nega em contar o motivo.
Além disso, temos o dilema
familiar com o primo que nota o grau de capricho que os produtores da rockstar tem e o respeito com o seu rico dinheirinho.
Afinal, jogo bom a gente não
compatilha, compra porque todo o trabalho merece ser recompensado, agora jogo ruim, mal feito?Torrent neles!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Prey, um indio atirando em alienigenas não é uma boa idéia

Prey, produzido pela 3D realms, trata de mais um FPS (First Person Shooter) que se passa durante uma invasão alienígena.
Lançado em 2006, ou seja, quando os games já não podiam mais conter coisas absurdas dentro, pelo menos você não podia lançar coisas completamente esquisitas, e o prey realmente é uma coisa...
o jogo começa com um indiozão, sabe o T.hawk do Street fighter?, olhando no espelho de uma banheiro sujo de um barzinho beira de estrada norte-americano, ( aquela ideia,você mais um dodge charger R/T 1970 cruzando a rodovia 66, substituir o dodge pela sua harley preferida para amantes de motos)ai o cara começa a reclamar da vida que as coisas não estão legais.
Sabe o mais legal, o indo se chama Tommy.sugestivo?
Eu reclamava que o gordon freeman( o cara do half-life) não falava nada, mas esse índio é tão chato que nem o nome dele eu me lembro, ou seja, lembre-se do ditado melhor parecer um idiota de boca calada, do que abrir a boca e não deixar sombra disso.
Sabe o mais legal, o indo se chama Tommy.sugestivo? Um pouco, mas eu só descobri depois de usar o google.
Os proximos 15 minutos se resumem a uma conversa entre você, o seu Avô( este que é aquele indiozão de cabelo branco chefe de tribo)e a sua ex-namorada ( índia bem gostosa, mas que por algum motivo eu não lembro o nome, pode ser que ela não tenha um nome mesmo...).
Como toda cena de conversa, não resta nada que você possa fazer, a não ser ficar andando pra um lado ou pro outro mexendo no fliperama indígena que tem em um canto no bar, e ouvir a sua EX te mandar pegar uma porcaria de uma chave inglesa suja ,que você deixou sobre o balcão do bar.
Tem mais 2 caras no bar, fazendo o que dois texanos sabem fazer, bebendo cerveja, eles chamam sua ex pra servir uma geladinha, fazem aquela piadinha e adivinha o que acontece?
você tem que brigar com os caras e descer a chave inglesa neles.
A ex te xinga, manda pra aquele lugar, fala que você é louco e etc. quando de repente o lugar sacode, treme, a primeira impresao é que vem um terremoto e o lugar vem abaixo, ai uma luz forte vem do topo do bar e começa sugar vocês 3 pra cima...abdução besta e banal...
ai quando você voltar a consciência, depois do loading, estará amarrado a uma espécie de plataforma crucificado que percorre uma espaço nave alienígena durante uns 20 minutos...borring is all...
ai aparece um ser do além te liberta e começa o jogo:
Andar, "resolver um enigma" e olha um inimigo, mata essa porra.
Se o jogo só continua-se assim, ainda dava pra passar, mas após um tempo de jogo, você cai em uma armadilha e vem a morrer. o que seria bom se tivesse ficado morto, enterrado com essa porra de índio.
 
No pós-morte o seu avô reaparece, e obviamente pra isso ele já foi morto, por uma maquina que sinceramente não tem o menor sentindo de existir, na maquina o avô é perfurado por uma espécie de estaca e depois dilacerado, em um canto da nave, ou seja, eles matam seu avo por matar e não pra servir de combustível pra espaço-nave ou pra qualquer coisa que justifique uma invasão.
O mano vovô, começa com uma baboseira sobre você ser o cherokee( o índio não o carro) e ter uma força mística dos guerreiros cherrokees...
resumo da opera, você ganha uma capacidade de sair do corpo atravessando barreiras de energia alienígena, um arco e flecha tosco, e no more game-over's baby.
toda vez que você morre, você volta pro santuário cherrokey, mete umas flechas em uns bichos voadores, os vermelhos dão vida, os azuis dão espírito, e volta com a quantidade de vida que você consegue acumular.
 
Então o que podemos concluir.
Que o Prey é um lixo de FPS, que copia tudo que foi feito, fazendo-o mal ,o índio não precisa desses poderes, porque não tem necessidade pra isso, os maiores enigmas que você encontra, se resumem a virar espírito, atravessar um campo de força, e desativar o mesmo campo de força, e continuar a andar.
os inimigos são opacos, eles são somente inimigos sem a menor graça e repetidos, resumem-se a copias do DooM, o índio carrega uma chave inglesa, o cara do half-life um pé-de-cabra, e ainda por cima não tem dificuldade nenhuma pois você não morre.
A primeira arma, tem capacidade de mirra telescópica, a segunda arma é um alienigema de 4 patas inseto explosivo, coisa digna de sessão da tarde com filme de terror trash ou do FPs do south park, é cu da galinha dá neles, a terceira arma tem que ser carregada em pod's pela nave com gelo ou fogo, essa é legal.
 
Bem, ainda não consegui chegar até o final do Prey, pois apesar desse besteirou todo, o time que executou o jogo é competente, mas competência não resolve roteiros idiotas, game desing ridículo, copia barata e mistureba tosca.
Por exemplo, Prey consegue brincar legal com portais dentro da nave, e com a gravidade, existe um pad que se você o acerta, a gravidade passa a apontar pro chão aonde estava o pad, o problema é que tudo é muito simples, mas não pense em Sonic 1.
Então podemos dizer que o Prey, não consegue ser uma destruição legal como Doom, não consegue ter um enredo legal como Half-life, e não serve para multiplayers como Unreal.
fique longe dessa merda!

domingo, 12 de abril de 2009

Assaltando Radios

Como o titulo sugere ai vai um video de como certas coisas que deviam ser dificies são simples.


O grande lance é que isso foi feito de primeira tentativa por pessoas inesperientes e
preucupadas em não quebrar o rádio, agora imagine bandidos preucupados em só levar o radio.

sábado, 7 de março de 2009

explanations!

Olá a todos!

 

Hoje vou explicar o porquê da falta de post's nesse blog, ou seja, o grande empecilho na vida de qualquer um, o curso de engenharia,
O curso de engenharia é uma desgraça, você tem que apreender tudo o possível, desde matemáticas estranhas que só servem pra uma coisa mais estranha ainda a gerenciamento de pessoas...
Demanda tempo, energia, paciência, habilidade, capacidade, vontade e ainda por cima criatividade.
estou atarefado com projetos, como contadores digitais, relógios, detectores de nível de tensão, sinalizadores, amplificadores, campos eletromagnéticos, transformadas de laplace, quadripolos, e direito...
isso consome quase todo o tempo, ainda mantenho o treinamento de kung-fu e estamos compondo riff's de guitarra que podem ou não fazer parte do CD da banda, mas como sempre isso leva tempo embora.
se o dia tivesse 36 horas ainda não ia dar certo...
então, vire e meche a gente vai escrever um texto pra colocar aqui e certificar que isso ainda continua funcionando.
hoje o cinto do palio sujou a minha camisa... Que merda...

Mesmo assim tenho estado muito feliz, e para falar a verdade e concordar com os Autoramas.

 

Se eu tiver com sorriso no rosto

Por aí alguém vier te perguntar

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

 

Você sabe

Só você sabe

Você sabe.

Por quê?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Cemetery Gates...



Saudações a todos,

O Roberto deixou hoje eu participar de colaborador aqui, e se der certo apareço mais vezes xD.
Hoje acordei com saudades do Dimebag, tava ouvindo Black Label Society e acabei ouvindo Pantera depois, pra quem não sabe (o Roberto já deve ter explicado), foi o guitarrista do Pantera e um dos músicos mais impactantes da cena Metal. 
Mas vim aqui falar sobre uma coisa que ainda me chateia quando eu lembro, a maneira que o Dimebag morreu. 
Tudo aconteceu na noite de 8 de Dezembro de 2004 (mesma data da morte do John Lennon, ou seja, temos um assassino aparecido ainda), morreram na mesma data mais três inocentes.

O Dimebag estava tocando na época com o Damageplan, durante o show uma pessoa sobe ao palco armada e começa a matança com o próprio Dimebag dando cinco tiros nas costas / nuca dele. Morrer de costas, sem saber como, é uma forma de morrer que me deixa triste e furioso ao mesmo tempo, tudo por causa de um covarde. Os seguranças do bar interviram usando garrafas de cerveja como "armas" e durante essa intervenção um deles foi morto, Erin Halk, 29 anos.
Após isso, o assassino se volta para o resto da banda (Vinnie Paul e John Graham), mas foi impedido pelo chefe da segurança do Damageplan, Jeffery Thompson, 40 anos, que enfrentou de mãos nuas, completamente desarmado, o atirador, ganhando tempo para que os dois fugissem do palco, após isso, ele também foi morto.
Por perto, estava o técnico da bateria, John Brooks que, mesmo tendo assistido a morte de Thompson segundos antes, enfrenta desarmado o assassino, tentando tomar-lhe a  arma, com isso ele acaba baleado na mão direita, perna esquerda e lado esquerdo do torso, sobrevive mas é tomado como refém.

Enquanto Brooks tentava tomar a arma do assassino, o fã Nathan Bray, 23 anos, sobe no palco enquanto a luta acontece, e tenta fazer respiração boca-a-boca em Dimebag, tentando ajudá-lo enquanto ainda era tempo,  no processo, ele perde a vida, sendo executado de joelhos com um tiro no peito assim que o assassino conteve Brooks.

Por acasos do destino, um policial fora do horário, James Niggemeyer, ouve os tiros fora do clube, vai até o carro e pega sua Remington (uma calibre doze), arromba a porta dos fundos e elimina o assassino com um tiro no rosto enquanto ele segurava Brooks como refém.

Dizem muitas coisas sobre o Dimebag, e muitas coisas eram supostas por causa de sua aparência, o Zakk Wylde fala em uma entrevista que ele era o cara mais gentil do mundo com os outros, mas independente disso, morreram mais três pessoas tentando salvar sua vida e a vida das outras pessoas presentes.

Cada um desses cara merece uma mesa no Valhalla, o lugar de heróis. 
A coragem desses caras me emociona. Hail to you, champions.

Pra quem curte, procurem Cemetery Gates, do disco Cowboys from Hell do Pantera.

Abraços,

-=Rhesus=-

Pegando carrona no texto do hugo mandou, uma parte que é minha.

Sâo caras como ele que tocam o heavy adiante, Darrell era forte, agudo, barulhento, sujo, visceral e o som do Pantera era como ele, e era justo, você via o pantera tocando e sabia que aquilo era de verdade e não era só barulho, era energia, pura e simples...

Como Darrell era...

E como a banda era...

Darrell descanse em paz, mas saiba que faz falta, e sempre fará, pra mim e para aqueles que sabem da verdade pela qual as coisas são.